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Tetra Engraçadinho (Hyphessobrycon griemi)
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- Calcular freteNome Popular: Tetra Griemi
Família: Characidae (Caracídeos)
Distribuição: América do Sul; Brasil — registros confirmados nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo
Tamanho Adulto: até 3 cm
Expectativa de Vida: 5 anos +
Temperamento: Pacífico
Aquário Mínimo: 60 cm × 30 cm × 40 cm (54 L)
Temperatura: 22 °C a 28 °C
pH: 5.5 a 7.6 – Dureza: 5 a 25
Visão Geral:
Hyphessobrycon griemi ocorre em sistemas costeiros e bacias interiores do sudeste do Brasil. No estado do Rio de Janeiro está associado a rios costeiros e ao médio curso do rio Paraíba do Sul, enquanto em São Paulo há registros no alto rio Tietê, pertencente ao sistema da bacia do rio Paraná, com populações concentradas em áreas metropolitanas do leste e oeste da cidade de São Paulo, incluindo municípios como Suzano, Salesópolis e Itapecerica da Serra.
Durante muito tempo foi considerada uma espécie endêmica do estado do Rio de Janeiro; entretanto, estudos posteriores indicaram uma distribuição mais ampla, restrita aos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Apesar disso, sua distribuição atual permanece incerta, principalmente devido à fragmentação dos habitats naturais.
Habita pequenos riachos de águas lentas, claras ou escuras, geralmente sombreados por vegetação marginal, com profundidade raramente superior a 50 cm e substrato predominantemente arenoso. Forma cardumes relativamente numerosos, apresentando intensa interação agonística entre machos dominantes.
As cabeceiras dos rios Tietê e Paraíba do Sul estão localizadas próximas entre si no estado de São Paulo, podendo ter sido historicamente conectadas por drenagens associadas à Serra do Mar. Embora compartilhem diversas espécies de peixes nativos, H. griemi não ocorre na porção superior do rio Paraíba do Sul em São Paulo, indicando uma lacuna de centenas de quilômetros entre as populações naturais dos dois estados.
Segundo Carvalho et al. (2014), existe a hipótese de que populações paulistas tenham sido introduzidas por aquaristas ou criadores comerciais, visto que não havia registros da espécie na região antes de 1977. A cidade de São Paulo é considerada um dos principais polos do comércio de peixes ornamentais no Brasil.
A espécie é considerada extinta ou criticamente ameaçada por órgãos ambientais desde 2004, principalmente devido à degradação do habitat causada por poluição, construção de barragens, captação de água e introdução de espécies invasoras. Somente no rio Paraíba do Sul, mais de 40 espécies exóticas foram introduzidas nas últimas décadas.
Morfologicamente, Hyphessobrycon griemi é muito semelhante a Hyphessobrycon flammeus, diferenciando-se por apresentar maior número de raios ramificados na nadadeira anal (23–26), maior diâmetro do olho em relação ao comprimento da cabeça (43,0–49,3 %), menor número de escamas na série longitudinal (27–29) e maior número de escamas entre a linha lateral e a base da nadadeira dorsal (7–8).
Aquário & Comportamento:
Prefere aquários densamente plantados, com áreas sombreadas. Apresenta coloração mais intensa e comportamento mais ativo quando mantido em ambientes bem estruturados. Raízes, troncos e folhas secas podem ser utilizados como decoração opcional.
É uma espécie gregária, formando hierarquias flexíveis. Machos disputam entre si a atenção das fêmeas e posições dentro do cardume. Apesar dessas interações, é pacífica e adequada para aquários comunitários com peixes pequenos a médios.
Reprodução & Dimorfismo Sexual:
Ovíparo. Durante a reprodução, o macho conduz a fêmea para locais protegidos entre plantas, troncos ou rochas, onde ocorre a liberação e fecundação dos ovos. A maioria dos ovos deposita-se no substrato. A eclosão ocorre em até dois dias, e as larvas passam a nadar livremente após cerca de 48 horas. Não há cuidado parental. A fêmea pode liberar entre 200 e 300 ovos.
O dimorfismo sexual é evidente em adultos: machos são menores, mais coloridos e apresentam pequenos ganchos ósseos na nadadeira anal, enquanto fêmeas possuem corpo mais roliço e coloração mais discreta.
Alimentação:
Onívoro, predominantemente insetívoro. Alimenta-se de insetos, vermes e, secundariamente, material vegetal. Em cativeiro aceita prontamente alimentos secos, congelados e vivos.
Etimologia:
Hyphessobrycon deriva do grego hyphesson (menor estatura) + bryko (morder).
griemi é um epíteto específico dedicado a Griem, em homenagem associada à identificação da espécie.
FOTOS MERAMENTE ILUSTRATIVAS
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| Categoria | Peixes |
| Marca | Fazenda Submersa |


























